O LIVRO
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Quem é você além daquilo que o mundo moldou?
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A literatura possui a capacidade singular de articular experiências íntimas e coletivas, funcionando como um espaço de questionamento e ressignificação da realidade. Na Carne Absoluta insere-se nesse contexto ao propor uma investigação sensível e crítica sobre a identidade, explorando as tensões entre herança e construção de si. A estrutura da obra reflete essa trajetória de enfrentamento e reconstrução: a primeira parte, Fêmea, evidencia a marca indelével da história e seu impacto na subjetividade do “eu”. Já em Mulher, a narrativa se desloca para um campo de reflexão e resistência, no qual o autoconhecimento se revela como um caminho árduo, porém necessário, para a emancipação.
Na Carne Absoluta explora as fronteiras entre o pessoal e o político, entre a teoria e a experiência sensível, oferecendo ao leitor um percurso que não apenas analisa, mas provoca, mobiliza e transforma. Trata-se de um convite à reflexão sobre as forças que nos constituem, os discursos que nos moldam e as múltiplas possibilidades de reescrita de si que emergem no ato de narrar e, sobretudo, de sentir.
A literatura possui a capacidade singular de articular experiências íntimas e coletivas, funcionando como um espaço de questionamento e ressignificação da realidade. Na Carne Absoluta insere-se nesse contexto ao propor uma investigação sensível e crítica sobre a identidade, explorando as tensões entre herança e construção de si. A estrutura da obra reflete essa trajetória de enfrentamento e reconstrução: a primeira parte, Fêmea, evidencia a marca indelével da história e seu impacto na subjetividade do “eu”. Já em Mulher, a narrativa se desloca para um campo de reflexão e resistência, no qual o autoconhecimento se revela como um caminho árduo, porém necessário, para a emancipação.
Na Carne Absoluta explora as fronteiras entre o pessoal e o político, entre a teoria e a experiência sensível, oferecendo ao leitor um percurso que não apenas analisa, mas provoca, mobiliza e transforma. Trata-se de um convite à reflexão sobre as forças que nos constituem, os discursos que nos moldam e as múltiplas possibilidades de reescrita de si que emergem no ato de narrar e, sobretudo, de sentir.
A literatura possui a capacidade singular de articular experiências íntimas e coletivas, funcionando como um espaço de questionamento e ressignificação da realidade. Na Carne Absoluta insere-se nesse contexto ao propor uma investigação sensível e crítica sobre a identidade, explorando as tensões entre herança e construção de si. A estrutura da obra reflete essa trajetória de enfrentamento e reconstrução: a primeira parte, Fêmea, evidencia a marca indelével da história e seu impacto na subjetividade do “eu”. Já em Mulher, a narrativa se desloca para um campo de reflexão e resistência, no qual o autoconhecimento se revela como um caminho árduo, porém necessário, para a emancipação.
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Poesia | Filosofia | Psicanálise
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72 páginas
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